Depois de ouvir melhor , tenho que concluir que é bom.
Entranhei...
16 de outubro de 2007
15 de outubro de 2007
Não será?
Há pessoas que são peritas em acusar
Vitimas
Exemplos de amor
Cruéis na intolerância
Em contrapartida há os que constantemente se interrogam se agiram bem, que são conscientes da sua imperfeição.
Que sabem que erram.
Os que ouvem mais
Vitimas
Exemplos de amor
Cruéis na intolerância
Em contrapartida há os que constantemente se interrogam se agiram bem, que são conscientes da sua imperfeição.
Que sabem que erram.
Os que ouvem mais
Desenrascanço

Eu e um amigo tivemos uma conversa.
Porque parece que se vive com melhor qualidade de vida em Trás-os-Montes. Até dá para comprar mais do que uma coisa por mês, tipo par de calças e sapatos ou até ir ao cinema.
Vamos para lá.
Já temos negócio em mente.
Plantar alfafa.
Aquilo faz bem.
E fará melhor após pagarmos ao Eng. Sousa Veloso para publicitar as características nutritivas e a sua eficácia no tratamento de quase todas as doenças. Essencial para uma maior longevidade.
Vamos enriquecer.
E faremos iogurtes de alfafa, shampoos, pastas de dentes, lingerie à base de alfafa.
Se Aloe Vera dá porque não alfafa?
Tá feito.
12 de outubro de 2007
Radiohead
Sobre o "In rainbows" ainda estou a digerir... Para primeira abordagem gostei do "15 Step".
No "The Eraser" do Thom foi mergulho de cabeça.
O som deles às vezes de início estranha-se mas depois não se desentranha.
Vou ouvindo...
No "The Eraser" do Thom foi mergulho de cabeça.
O som deles às vezes de início estranha-se mas depois não se desentranha.
Vou ouvindo...
Adeus amiga

Quero prestar homenagem a uma mulher que sempre admirei.
Uma mulher que sempre batalhou na vida.
Uma mulher de ideais.
E que até ao último momento lutou.
A doença venceu-a.
Sempre foste um exemplo para mim Eugénia.
Apesar de mais velha, contigo não havia diferença geracional.
Vou-me lembrar sempre de ti e da tua força.
Descansa em paz.
11 de outubro de 2007
8 de outubro de 2007
Cinema

Já há muito que não ia ao cinema, fui ver "Morte num funeral" com a indicação de que seria uma boa comédia.
Sou um pouco esquisita com as comédias.
Nem tudo me faz rir.
O filme é bom. Gostei, mas ao ir com grandes expectativas, houve um momento em que estava entediada.
E depois.... paga-se bem! Não vou ao cinema muitas vezes sei bem porquê.
Evitável também as legendas dessincronizadas no início do filme.
Já pouco se lê mas irrita profundamente as legendas aparecerem no sitio errado.
Para ajudar, o pessoal que teima em continuar a conversar, o barulho das pipocas e...
as gargalhadas....
Terei eu pouco sentido de humor?
Rir à gargalhada por tudo e por nada...?!?!
Prefiro cinema em casa.
Não me invade o bem estar.
Nem tanto a bolsa.
2 de outubro de 2007
tá quase....
27 de setembro de 2007
Malformación
Deparei-me agora com uma situação completamente irregular numa formação intensiva de espanhol em que ando. Calhou-nos uma professora totalmente parcial, arrogante e desiquilibrada, sem sentido de responsabilidade para com os formandos.
Desde tratamento desigual para com os alunos que tinham vindo do 1º nível com ela e os outros, até faltas sem aviso em véspera de teste final mas sempre com a gabarolice de que ela é uma professora qualificada de "castellano" e as outras são de espanhol de praia.
Desde o início que eram os "mis alumnos" e os "alumnos nuevos".
Eu já havia feito o primeiro nível na mesma instituição e adorei.
Foi uma formação onde aprendi de uma forma lúdica.
A formadora (oriunda das Astúrias, considerado defeito também para esta do 2º nível, não dá o castellano como deve ser) teve uma formula atractiva de ensinar, tendo em conta que se tratava de nível inicial.
Nada me faria prever que "levaria" com o pior a seguir.
Sabia que poderia ser uma formadora com métodos mais convencionais mas daí até ser "mal formada"!
E, com excepção de 4 desistências logo no inicio do curso, aguentámos (nós os nuevos) a estupidez, com a convicção de que alguma coisa se retiraria dali, até porque apesar de pouco dispendioso, o curso já estava pago.
Mas o nível da senhora revelou-se quando:
- abre excepções para "alunos dela" assinarem a folha sem assistirem à aula (para ir ver a bola) e nega-se a fazer o mesmo a outra aluna que faltou para ir ao médico
- leva para a aula um "amigo" sueco embriagado que tinha ido buscar ao aeroporto ainda sugerindo que assistisse à aula (o que ele não fez por bom senso ou porque a bebedeira lhe estava a causar claustrofobia)
- falta sem aviso na véspera de teste final, tendo que ter sido improvisada uma aula com visionamento de filme para não se perderem mais horas de formação que são obrigados a dar (já tinha faltado um dia)
Ora, a senhora que tanto se gaba de ser isto e aquilo e ter formação superior nisto e naquilo, que vá para a terra dela que devem lá precisar. Xiça, que se aceita tudo por estes lados!
Vou fazer essa sugestão na minha avaliação final de curso! Avião com ela!
24 de setembro de 2007
21 de setembro de 2007
monocromático
É assim tão estranho não ter paciência para pessoas armadas em espertas?
Aquelas do género, sou feliz, eu tenho certezas.
As que se dão tanta importância que se acham intocáveis.
Não se admitem fraquejar, dá pena.
Não tenho pachorra para levar com pedestais e insensibilidades.
Pessoas que não “descem”.
Que não sentem o que as rodeia.
Não me apetece levar com isso.
Não tenho pachorra para superficialidades.
Não me apetece... saio de fininho…
Agora apetecia-me mais… pessoas a cores.
Aquelas do género, sou feliz, eu tenho certezas.
As que se dão tanta importância que se acham intocáveis.
Não se admitem fraquejar, dá pena.
Não tenho pachorra para levar com pedestais e insensibilidades.
Pessoas que não “descem”.
Que não sentem o que as rodeia.
Não me apetece levar com isso.
Não tenho pachorra para superficialidades.
Não me apetece... saio de fininho…
Agora apetecia-me mais… pessoas a cores.

20 de setembro de 2007
19 de setembro de 2007
Às vezes tenho a noção que a vida passa por mim. Olho e não vejo. E não capto. Os dias acontecem e não há memória de cores de expressões de cheiros. Introspectiva, distancio-me do exterior. Sou evasiva, desligo. Literalmente. Sou conhecida por “viajar”.
Agora apetece-me receber o que venha. Olhar nos olhos. Observar. Sentir. Estar atenta.
Apetece-me ser permeável.
expor o que me apetece
receber o que venha
Agora apetece-me receber o que venha. Olhar nos olhos. Observar. Sentir. Estar atenta.
Apetece-me ser permeável.
expor o que me apetece
receber o que venha
17 de setembro de 2007
Há os que desejam muito... e os menos focados!

Não vou muito com esoterismos e coisas que tal. Não gasto dinheiro em livros de Paulo Coelho, com excepção do "Alquimista" que comprei para poder saber do que se tratava. E fiquei-me por aí.
Não me diz nada.
Sou uma pessoa céptica, é verdade.
Livros de auto-ajuda li um ou outro. Sou uma pessoa mais para o prático e se puder retirar conselhos práticos para melhorar a minha conduta, o meu bem estar, porque não?
Mas muitas coisas soam-me a lenga-lenga.
Não li ainda “O segredo”. Soube há uns tempos do documentário pela net e não me puxou muito na altura.
Está a influenciar bastante, a ver pelas minhas amigas, que me aconselharam muitíssimo a lê-lo. Tipo receita para a felicidade.
Ena! Quero ler então.
Sei que mais ou menos se baseia na lei da atracção, deseja muito e terás!
Just like that!
Eu desejo muito conseguir viver e não apenas sobreviver no meu país!
Desejo muito não ter que andar a contar tostões para poder ir a um espectáculo!
Desejo muito ser compensada pelo que me exigem como cidadã.
Ter a contrapartida de ser honesta, profissionalmente activa e cumpridora das minhas obrigações.
Quanto tempo é que tem que se desejar?
Acredito no “poder” do positivismo, acredito que um sorriso desbloqueie “caras fechadas”, acredito que a maldade atraia maldade, embora o contrário nem sempre seja verdade.
Acredito que a nossa atitude na vida e o modo como reagimos às coisas faça de nós mais ou menos felizes.
As pessoas precisam de fórmulas milagrosas para ter esperança. De acharem que são capazes de dominar o seu próprio destino.
Que seja!
Não me diz nada.
Sou uma pessoa céptica, é verdade.
Livros de auto-ajuda li um ou outro. Sou uma pessoa mais para o prático e se puder retirar conselhos práticos para melhorar a minha conduta, o meu bem estar, porque não?
Mas muitas coisas soam-me a lenga-lenga.
Não li ainda “O segredo”. Soube há uns tempos do documentário pela net e não me puxou muito na altura.
Está a influenciar bastante, a ver pelas minhas amigas, que me aconselharam muitíssimo a lê-lo. Tipo receita para a felicidade.
Ena! Quero ler então.
Sei que mais ou menos se baseia na lei da atracção, deseja muito e terás!
Just like that!
Eu desejo muito conseguir viver e não apenas sobreviver no meu país!
Desejo muito não ter que andar a contar tostões para poder ir a um espectáculo!
Desejo muito ser compensada pelo que me exigem como cidadã.
Ter a contrapartida de ser honesta, profissionalmente activa e cumpridora das minhas obrigações.
Quanto tempo é que tem que se desejar?
Acredito no “poder” do positivismo, acredito que um sorriso desbloqueie “caras fechadas”, acredito que a maldade atraia maldade, embora o contrário nem sempre seja verdade.
Acredito que a nossa atitude na vida e o modo como reagimos às coisas faça de nós mais ou menos felizes.
As pessoas precisam de fórmulas milagrosas para ter esperança. De acharem que são capazes de dominar o seu próprio destino.
Que seja!
Vou com certeza lê-lo, porque certamente alguma coisa válida retirarei de lá. Mas emprestado :)
A autora entretanto vai enchendo a carteira, porque desejou muito…
8 de setembro de 2007
5 de setembro de 2007
Humores
Não gostei hoje do vermelho...
Não se gosta... muda-se... e muda-se... até a coisa fazer sentido.
Não se gosta... muda-se... e muda-se... até a coisa fazer sentido.
4 de setembro de 2007
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